Justiça distributiva – A Igualdade como virtude e o poder político

Justiça distributiva

Justiça distributiva – A Igualdade como virtude e poder político

Igualdade como ideia de justiça distributiva

Na filosofia moral, o pragmatismo, o ceticismo, o utilitarismo, enfim, qualquer que seja a acepção, as questões sobre o que é certo, por que se deve escolher o certo, o que é a justiça e por que se deve agir com justiça ou por que se deve buscar a justiça como resultado atormentam não somente os filósofos, mas também juristas e cientistas políticos. Na contemporaneidade, fala-se em justiça distributiva como paradigma do Direito e da Política. 

Embora o positivismo tenha exercido grande influência sobre as ciências humanas de um modo geral, refutando as questões morais como impossíveis, certo é que estas questões norteiam os debates políticos do pensamento científico mais moderno.  Admite-se uma discussão racional sobre as questões morais, ao revés do que sustenta o positivismo, e é a partir destas reflexões que se constroem as soluções para os problemas que envolvem as entre a Sociedade, o Estado e o Direito.

Para a filosofia política contemporânea, os elementos empírico e ético-normativos são dificílimos de serem trabalhados cientificamente, e esse é o grande desafio que enfrentam os pensadores contemporâneos que se preocupam em formular as chamadas teorias da justiça.

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